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A civilidade como princípio de boas relações humanas

May 10, 2017

Nós somos mamíferos. Somos animais. E todo o animal entra em defensiva quando se sente ameaçado. Para vivermos em conjunto nas cidades foram criadas normas de civilidade. Porém, essas normas, contrariam os instintos primitivos. Por exemplo: todo o animal briga. Briga pela comida, briga pelo território, briga por qualquer coisa, e se puder, até mata o outro. Nós inventamos uma porção dessas normas que contrariam o impulso instintivo. A solução que a maior parte das cultura desenvolver para que conseguíssemos cumprir tais normas foi a repressão.

 

A proposta da nossa cultura é sublimar, transmutar ou redirecionar esses impulsos. É aprender como conseguir cumprir todas as normas de civilidade, de boa educação, de boas relações humanas, boas maneiras, sem sofrer com isso. Com a convivência nas escolas, aprendemos através do exemplo como podemos resolver situações potencialmente explosivas.

 

Acreditamos que há duas formas simples (mas nem por isso fáceis) de iniciar a própria reeducação nas relações do dia a dia, sejam elas profissionais, pessoais ou afetivas. São elas o cultivo da sutileza e a canalização de impulsos.

 

A proposta é cultivar a sutileza na convivência. A forma de relacionar-se terá uma grande relevância na resposta que o entorno oferecerá as suas ações. Transformar uma reação intempestiva em um exercício de urbanidade é uma oportunidade que se apresenta cada vez que alguém viaja em um transporte coletivo, atravessa a rua, entra no elevador.

 

A arte de relacionar-se com sutileza vai desde pedir licença antes de entrar, até evitar chamar a atenção do outro se ele advertiu que está ocupado. Para não fazer uma lista enorme de elementos aos que convém prestar atenção, se pode usar a ferramenta de perceber a pessoa com quem se convive: descobrir suas preferências a compartilhar o espaço físico e moldar-se o melhor que puder, desde que isso não prejudique sua própria liberdade.

 

Por definição, se requer menos esforço para canalizar um impulso, dar um sentido a algo que já adquiriu velocidade, do que para freia-lo impondo nossa vontade sobre ele. Aprendemos a extrair energia das matérias mais variadas. Podemos aplicar a mesma visão ao resultado da canalização de emoções ou pensamentos pesados: a chave não está em não experimentá-los, e sim em dar-lhes um destino produtivo.

 

Que tal assumir um compromisso tácito de civilidade? A observância sobre os próprios atos é o primeiro passo para a incorporação da sutileza e exercício da canalização de impulsos em suas atividades diárias.

 

"A etiqueta é uma pequena ética. É dizer: temos a grande ética e temos aquela ética, aquela etiqueta aplicada a vida cotidiana, a forma de se relacionar-se dentro de uma sociedade específica a qual precisamos adaptarmo-nos" DeRose

 

 

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