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Aquele assunto polêmico no almoço de família

Por Paula Lucchese Cordeiro


O dia em que parei de comer carnes e beber álcool


Para quem não me conhece e está recebendo esse texto no seu Inbox, me apresento: meu nome é Paula, sou gaúcha de Porto Alegre, amante de exercícios, viagens, livros, podcasts e filmes (uma nerd assumida), e de bater papo com pessoas interessantes; sou Administradora de uma fábrica de produtos médicos há mais de 16 anos e desde que pratiquei na Fabiano Gomes School pela primeira vez, virei praticante do DeRose Method, iniciando a formação para instrutora alguns meses depois.


Desde então, ao longo deste processo de autoconhecimento que a prática do Yôga e a própria proposta do DeRose Method proporcionam, muitas transformações aconteceram na minha vida. A primeira delas foi na alimentação, exatamente 12 dias após minha primeira prática.


Apesar de sempre ter consumido carnes, já vinha reduzindo especialmente a carne vermelha, mesmo antes de conhecer o Método. Mas lembro precisamente da hora em que eu decidi parar: foi em um café pós aula de bike com vários amigos, comendo um inocente Farroupilha (o famoso pão francês com presunto e queijo, tão amado pelos gaúchos que tem até nome com letra maiúscula)!


Estava ouvindo o Prof. Fabiano Gomes comentar que era ovo-lacto-vegetariano, um sistema tradicional dos praticantes do Método, e que a alimentação mais adequada para o melhor rendimento das técnicas utilizadas na prática do Yôga é aquela sem carnes, que proporciona todos os nutrientes necessários para uma dieta completa sem gerar resíduos tóxicos.

Toda sexta tem almoço na escola com a galera! Vamos?

Ele falou algo então que foi a chave para a minha decisão imediata: o que se busca é a purificação do corpo, nosso veículo fundamental, a base primordial sobre a qual se constrói uma melhor qualidade de vida e evolução em todos os aspectos. Era exatamente isso que eu queria desde aquela época, e que busco todos os dias conquistar. E foi assim que um Farroupilha tornou-se a minha última refeição carnívora!


Uma vez tendo esta motivação, a decisão de parar o consumo de álcool veio em seguida, já que o objetivo era o mesmo. E confesso que foi muito fácil... Difícil mesmo foi explicar isso repetidas vezes, até que a família e os amigos aceitassem essa mudança - e passassem a incluir vegetais no churrasco de Domingo!


Aliás, já percebeu como qualquer mudança de hábito que o diferencie, de alguma maneira, dos grupos nos quais você circula costuma produzir uma reação, por vezes até contrária, mesmo que seja para melhor? Deixe um comentário aqui no post caso isto já tenha acontecido com você!


 

Pensamentos do Professor DeRose

Aqui cai bem essa frase - ou melhor, essa levíssima provocação, retirada do livro Algumas Verdades sobre o DeRose (2023), do querido Joris Marengo:

“A evolução se processa, em grande parte, graças à energia dos atritos entre as pessoas e entre os grupos."

DeRose


 

Para assistir: Como Viver Até os 100 - Os Segredos das Zonas Azuis, de Dan Buettner


Neste documentário de 4 episódios da Netflix o escritor Dan Buettner viaja a cinco comunidades únicas investigando os segredos do estilo de vida e bem-estar das populações mais longevas do mundo. Gostoso, interessante e rápido de assistir, inclusive pelos locais lindos onde estas comunidades estão inseridas. Alerta de spoiler: a alimentação é um destes segredos!


 

Vem praticar!

Você está convidado a fazer uma aula na Fabiano Gomes School. Entre em contato conosco e agende seu horário!

Instagram: @fabianogomes_school




1 Comment


Shani Stein
Shani Stein
há 7 dias

Senti bastante resistência também quando virei vegetariana, mas com o tempo a galera entende (ou só aceita mesmo) que, se nos faz bem, então foi pra melhor! Muito bom o texto, Paulinha!

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