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Somos descendentes de Atlas

May 16, 2017

Você conhece a imagem mitológica de um homem que carrega um globo terrestre nas costas? Esta é a figura do titã Atlas que após perder a batalha na qual atacou o Olympus, foi condenado por Zeus a carregar a abóboda celeste por toda a eternidade. Ele, literalmente, sustenta o peso do mundo em suas costas, ou seja, carrega além do seu próprio suplício, o sofrimento de todos os homens da terra.

 

Quantas vezes não nos sentimos assim carregando o mundo nas costas? Transportando um fardo que talvez nem pertença a nós, um peso que parece insuportável. Trazemos nos ombros os nossos problemas, os de nossa família, de nossos filhos, de nossas equipes, do patrão, do marido ou da esposa, etc.; há uma lista enorme de tarefas, de situações e pessoas que carregamos diariamente com a ilusão de que podemos resolver tudo. E mais, que é possível fazer tudo isso sozinhos. Não foi a toa o Zeus condenou Atlas a carregar o mundo nas costas. Este é um suplício digno de um titã.

 

Mas o que fazer quando nos sentimos assim? A cada dia somos mais pressionados pelo tempo e pelas pessoas. Somos cobrados por resultados, comportamentos e status. Cada dia é uma luta pela sobrevivência que exige todas as nossas forças e vemos que nossa abóboda celeste só aumentar.

 

Esta caminhada pode e deve ser gratificante, mas muitas vezes não conseguimos aproveitá-la como deveríamos, pois já estamos pensando no próximo dia de luta antes mesmo do fim do dia em que se está. Planejamos como conquistar espaços, abrindo portas, trazendo o metal precioso que coloca os mantimentos na mesa de nossa família.

 

Àqueles, que com fardo ou sem, almejam uma vida plena de realizações e prosperidade trago boas e não tão boas notícias. A boa notícia é que a felicidade só depende de nós mesmo. A nem tão boa assim, é que não há caminho fácil. Não existem atalhos, mas existem caminhos agradáveis, prazerosos e repletos de aprendizados.

 

Nossa felicidade não pode depender exclusivamente dos resultados finais que almejados. E se eles não forem concretizados? Porém, se encontrarmos realização nas pequenas conquistas da empreitada diária, o contentamento de constrói de maneira sólida. Devemos estar com as pernas e os ombros fortes para podermos suportar tantas batalhas quantas nos forem apresentadas. As coisas nunca ficam mais fáceis. Pelo contrário, nossas responsabilidades só aumentam com o passar do tempo, com a experiência adquirida e com as vitórias alcançadas. Os desafios aumentam proporcionalmente ao nosso aprendizado.

 

Tratemos de viver nossas vidas com intensidade como ensina Fernando Sabino, sabendo que o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Divida com as suas pessoas queridas tanto os bons quanto aos maus momentos. Às vezes o simples fato de estarmos juntos de bons amigos faz com que tudo fique mais leve e divertido.

 

 

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