Quais são as tuas amarras?

Texto por Paola Martins

Para sermos verdadeiramente livres, primeiro precisamos saber o que nos prende.


Aceitamos todos os dias sermos reféns de várias coisas, várias situações, várias pessoas… E os únicos culpados por isto somos nós mesmos, que fazemos, de novo, de novo e de novo a escolha de permanecermos nas nossas prisões.


Sequer nos damos conta da enorme quantidade de prisões que estabelecemos para nós mesmos. Deixamo-nos aprisionar por hábitos, por condicionamentos, por medos, por paixões, por ânsias… Deixamos que o pior de nós mesmos leve a melhor sobre nós.


E se estamos insertos neste looping, é um manifesto sintoma de falta de autoestudo.


Quando não estamos cientes das nossas amarras, acabamos por ser do exato tamanho das paredes das nossas prisões.


Porque a liberdade, em todos os sentidos, precisa de espaço.


Abra espaço para ser aquilo o que você realmente é, na sua essência, no seu âmago, despido de todas as convenções, todas as âncoras.


Faça o que você quer, porque você quer, ou não faça aquilo o que você não quer, porque você não quer, mas tenha consciência dos seus desejos.

Parece simples, e se despirmos todos os pré julgamentos, resistências, e desculpas que damos a nós mesmos, verdadeiramente é simples.


Mas claro, não é fácil.


Autoestudo normalmente não é fácil. Nem sempre ficamos felizes com aquilo o que encontramos. E ta tudo bem, faz parte, pois uma vez conhecendo o que somos, mas queremos mudar, temos a potência e possibilidade de gerar essa mudança.


A liberdade que decorre do autoestudo, entretanto, como tudo na vida, tem consequências. E precisamos estar preparados para lidar com elas.


Transforme suas amarras em rédeas, e assuma o protagonismo da sua vida própria vida. Esssa liberdade começa, primordialmente como uma questão de escolha.


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